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Resposta Por que a maconha é ilegal?

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Muitas pessoas acham que a maconha se tornou ilegal após algum tipo de processo, envolvendo ciência, medicina e audiências públicas. Que essa proibição surgiu para proteger os cidadãos de algo que o processo determinou ser uma droga perigosa.A história real mostra um quadro muito diferente. Aqueles que votaram sobre o destino desta planta, nunca tiveram acesso aos fatos, mas eram dependentes de informações fornecidas por aqueles que queriam enganar os legisladores. A seguir você verá que a primeira votação para proibir a maconha, foi inteiramente baseada em uma mentira, documentada no Plenário do Senado Americano.

Você vai ver também que a história da maconha esta repleta de:
- Racismo
- Medo
- Proteção ao lucro de corporações
- Jornalismo tendencioso
- Ignorantes, incompetentes, e/ou legisladores corruptos
- Progressão na carreira pessoal
- Ganância

Essas são as reais razões para a maconha ser ilegal.

Plano de Fundo

Na maior parte da história da humanidade, a maconha foi completamente legal. Não foi uma planta recentemente descoberta, nem a lei da proibição é de longa data. Amaconha é ilegal há menos de 1% do tempo em que ela esta em uso. Seus usos conhecidos voltam mais de 7000 aC e era legal até recentemente, quando Ronald Reagan era um menino ou quando Oscar Niemeyer era um jovem!

planta da maconha (cânhamo), é claro, tem uma incrível variedade de utilizações. O tecido mais antigo conhecido foi aparentemente feito de cânhamo, e ao longo dos séculos, a planta foi usada como comida, incenso, roupas, cordas, e muito mais. Isso gera mais um pouco de confusão sobre a sua introdução nas Américas, pois a planta era bem conhecida desde o início de 1600, mas não atingiu a preocupação pública como droga recreativa, até o início de 1900.

A primeira lei sobre maconha nos Estados Unidos foi promulgada em Jamestown Colony, Virgínia, em 1619. Foi uma lei que “ordenava” todos os agricultores a cultivar o Cânhamo Indiano. Existiram diversas outras leis “deve plantar” ao longo dos próximos 200 anos (você poderia ser preso por não cultivar cânhamo, nos tempos de escassez da Virgínia, entre 1763 e 1767), e durante a maior parte deste tempo, o cânhamo foi moeda de troca oficial (você poderia até pagar seu impostos com cânhamo – tente isso hoje...). O cânhamo era uma planta crítica para diversos propósitos (incluindo requerimentos essenciais para a guerra – cordas, etc.), que o governo entrou em seu caminho para ENCORAJAR o seu crescimento.



O censo dos Estados Unidos em 1850, contou 8.327 plantações de cânhamo (com no mínimo 2000 hectares) plantando maconha para tecido, lona ou cordéis utilizados no enfardamento do algodão.

A Conexão Mexicana

No início dos anos 1900, os estados do Oeste dos EUA desenvolveram tensões significativas em relação ao fluxo de mexicanos. A revolução de 1910 no México transbordou sobre a fronteira, com o exército do General Pershing confrontando o bandido Pancho Villa. Mais tarde nessa década, sentimentos ruins foram desenvolvidos entre pequenos agricultores e grandes fazendas que utilizava a mão de obra mexicana, que era bem mais barata. Depois, a grande depressão veio e aumentou as tensões, quando os empregos e recursos se tornaram escassos.

Uma das “diferenças” observadas ao longo deste tempo foi o fato de que muitos mexicanos fumavam maconha e trouxeram consigo plantas da mesma, foi por isso que Califórnia foi um dos primeiros estados americanos a reconhecer a primeira lei tornando a maconha ilegal.

No entanto, uma das primeiras leis tornando a maconha ilegal pode ter sido influenciada, não somente pelo fato dos mexicanos usarem a droga, mas, por causa do seu uso por Mórmons. Estes viajaram para o México em 1910 e voltaram para Salt Lake City com maconha. A reação da igreja a isto, contribuiu para a criação da lei estadual sobre maconha. (Nota: a fonte para essa especulação são os artigos que Charles Whitebread, Professor de direito na USC Law School, publicou no jornal Virginia Law Review e discurso para Associação de Juízes da Califórnia).

Outros estados rapidamente seguiram o exemplo com as leis de proibição da maconha, incluindo Wyoming (1915), Texas (1919), Iowa (1923), Nevada (1923), Oregon (1923), Washington (1923), Arkansas (1923) e Nebraska (1927). Essas leis tendiam a ser dirigidas contra a parcela mexicana da população americana.

Quando Montana tornou ilegal o uso da maconha em 1927, o Butte Montana Standard (jornal local) publicou o comentário de um legislador: “Quando algum peão, de um campo de beterrabas qualquer, apresenta sinais de uso dessa coisa... ele acha que acaba de ser eleito presidente do México, então ele começa a executar seus inimigos políticos.” No Texas, um Senador disse no Plenário do Senado: “Todos os mexicanos são malucos, e essa coisa (maconha) é o que os torna loucos”.

Assassinos e Jazz

Nos estados do leste americano, o “problema” foi atribuído à combinação de latino americanos e músicos negros de jazz. A maconha e o jazz viajaram de Nova Orleans até Chicago e depois para o Harlem, onde a maconha se tornou uma indispensável parte da cena da música, entrando até na linguagem dos hits da musica negra na época (Louis Armstrong’s “Muggles”, Cab Calloway’s “That Funny Reefer Man”, Fats Waller’s “Viper’s Drag”).

Novamente, o racismo foi parte da carga anti-maconha da época, como jornais em 1934 publicaram: “A maconha faz um negro olhar nos olhos de uma pessoa branca, pisar na sombra de um homem branco e olhar duas vezes uma mulher branca”.

Dois outros rumores, baseados na tática do medo, começaram a se espalhar: um, que os mexicanos, negros e outros estrangeiros estariam oferecendo maconha para crianças brancas; e dois, a história dos “assassinos”. Histórias antigas de Marco Polo falavam sobre os “hasheesh-eaters”(comedores de haxixe) ou hashashin, de onde se derivou o termo “assassino.” Nas histórias originais, esses assassinos profissionais recebiam grandes doses de haxixe e eram trazidos ao jardim do governante (para que eles tivessem a visão do paraíso que os aguardava após o cumprimento de suas missões). Após o desaparecimento do efeito do haxixe, o assassino cumpriria os desejos de seu soberano com lealdade e frio calculista.

Na década de 1930, a história mudou. O Dr. A. E. Fossier escreveu no New Orleans Medical and Surgery Journal de 1931: “Sob a influência de haxixe, aqueles fanáticos correriam loucamente contra seus inimigos e impiedosamente massacrariam cada um ao seu alcance.” Dentro de um curto espaço de tempo, a maconha começou a ser ligada ao comportamento violento.

Proibição do álcool e as abordagens federais em relação à proibição das drogas

Durante este tempo, os EUA estavam também lidando com a proibição do álcool, que durou de 1919-1933. A proibição do álcool foi extremamente visível e debatida em todos os níveis, enquanto as leis de proibição às drogas surgiram sem o conhecimento do público geral. A proibição nacional do álcool surgiu como uma Emenda Constitucional.
Antes disso (1914), o Harrison Act foi aprovado, ele previa sanções fiscais federais para opiáceos e cocaína.

A abordagem federal foi importante. Foi considerado na época que o Governo Federal não tinha o poder constitucional para manter ilegal o álcool e as outras drogas. Isso porque para a proibição do álcool foi necessária uma Emenda Constitucional.

Naquela época da história dos EUA, as drogas não poderiam ser tornadas ilegais a nível federal, por isso eles decidiram utilizar impostos federais como uma maneira de controlar a restrição. No Harrison Act, usos legais de opiáceos e cocaína foram tributados (supostamente como uma necessidade de receita por parte do governo federal, o que foi a única forma da lei sustentar-se nos tribunais), aqueles que não cumpriam a lei, encontravam problemas com o Tesouro Nacional.
Em 1930, uma nova divisão do Departamento do Tesouro foi estabelecida – o Federal Bureau of Narcotics – e Harry J. Aslinger foi nomeado diretor. Isso marcou o início da guerra total contra a maconha.

Harry J. Anslinger

Harry J. Anslinger e maconha
Anslinger era um homem extremamente ambicioso, e ele reconheceu o Departamento de Narcóticos como uma incrível oportunidade em sua carreira – uma nova agência do governo que tinha a oportunidade de definir qual era o problema e qual era a solução. Ele imediatamente percebeu que os opiáceos e a cocaína não seriam o suficiente para construir o nome dessa agência, então ele se agarrou àmaconha e começou a trabalhar para torná-la ilegal em nível federal.

Anslinger imediatamente chamou a atenção a temas como o a violência e utilizou-se do racismo para chamar a atenção nacional para o problema que ele queria criar. Ele também promoveu os “Gore Files” – insanas histórias, no estilo “Reefer Madness” (propaganda proibicionista absurda e cheia de calúnias da época), de como o uso da maconha está relacionado a assassinatos, sexo e negros. Seguem algumas citações atribuídas a Anslinger e seus “Gore Files”:

“Existem 100.000 fumantes de maconha nos EUA, em sua maioria são negros, hispânicos, filipinos e artistas. Sua música Satânica, o jazz e o swing, são resultados do uso da maconha. Essa maconha faz com que mulheres brancas, procurem relações sexuais com negros, artistas e qualquer outro.”
“...a principal razão para proibir a maconha, é o seu efeito nas raças degeneradas.”
“A maconha é uma droga viciante, que produz em seus usuários a insanidade, criminalidade e a morte.”
“A maconha faz os negrinhos se acharem tão bons quanto o homem branco.”
“A maconha leva ao pacifismo e à lavagem cerebral comunista.”
“Se você fumar um baseado, é mais provável que você mate seu irmão.”
“A maconha é a droga que causa mais violência, na história da humanidade.”
Ele gostava também de exibir sua própria versão do “assassino”:
“No ano de 1090, foi fundada na Pérsia a religiosa e militarizada ordem dos Assassinos, cuja história é repleta de crueldade, barbaridades e assassinatos e por um bom motivo: os membros eram usuários confirmados de haxixe, ou maconha, e é dos árabes que nós temos a palavra “hashashin” que deu origem à palavra assassino (“assassin” em inglês).”

Jornalismo tendencioso

William Randolf Hearst e maconha
Harry Anslinger teve uma ajuda adicional de William Randolf Hearst, dono de uma grande cadeia de jornais. Hearst tinha inúmeras razões para ajudar Anslinger em sua luta. Primeiro, ele odiava mexicanos. Segundo, ele tinha investido pesadamente na indústria de madeira para apoiar sua cadeia de jornais, e não queria competir com o papel de cânhamo. Terceiro, ele tinha perdido 800.000 hectares de área florestal para Pancho Villa, ou seja, ele realmente odiava os mexicanos. Quarto, contando fantasias em seus jornais a respeito dos mexicanos (e a demoníaca maconha causando violência), vendia muito mais jornais, o tornando cada vez mais rico.

Algumas amostras do San Franciso Examiner:

“A maconha transforma meninos em demônios em trinta dias – o haxixe leva o usuário à sede de sangue.”

“Pelas toneladas que estão entrando nesse país – o veneno mortal que arranca lágrimas não somente do corpo, mas também do próprio coração e alma de cada ser humano, que se torna escravo dela em qualquer de suas formas cruéis e devastadoras... A maconhaé um atalho para o hospício. Fume maconha por um mês e seu cérebro não será nada além de um depósito de espectros horríveis. O haxixe faz o homem mais suave e educado se tornar um assassino e matar pelo prazer de matar...”

E outras colunas em todos os EUA...

Usuários de maconha tornam-se estimulados quando inalam a droga e estão suscetíveis a fazer qualquer coisa. A maioria dos crimes de violência nessa área, especialmente nos distritos do país, são cometidos por usuários dessa droga.”

“Foi a maconha, a nova droga mexicana, que moveu o braço da assassina Clara Philips, quando ela martelava sua vítima em Los Angeles?... Três quartos dos crimes de violência nesse país, são cometidos por escravos dos narcóticos.”


Hearst e Anslinger eram apoiados pela Dupont, uma empresa de químicos e várias empresas farmacêuticas, na briga para tornar a maconha ilegal. A Dupont havia patenteado o nylon, e queria o cânhamo removido da competição. As companhias farmacêuticas não podiam nem identificar nem padronizar doses de cannabis, e alem disso, com a cannabis, as pessoas poderiam cultivar seu próprio remédio e não ter que comprar de grandes empresas.

Está tudo pronto para...

A Lei Fiscal da Maconha de 1937 (Tha Marijuana Tax Act of 1937)

Após dois anos de planejamento secreto, Anslinger levou seu plano ao Congresso – com o álbum cheio de editoriais fantásticos e caluniosos de Hearst, com histórias de assassinos que haviam, supostamente, fumando maconha antes de seus crimes, além de insultos raciais.

Foi um período extremamente curto de audiências.

A única pedra no sapato de Anslinger era o Dr. William C. Woodward, do Conselho Legislativo da Associação Médica Americana (AMA).

Woodward acusou Harry Anslinger e o Bureau of Narcotics de distorcer declarações anteriores da AMA, que não tinham nada a ver com a maconha, e foram alterados de modo a parecer que endossavam o ponto de vista de Anslinger.

Ele também reprovou o termo “marijuana” empregado na legislação pelo Bureau, sendo que o correto seria cânhamo ou cannabis. Neste ponto, a maconha (ou marijuana) era uma palavra sensacionalista usada para se referir a mexicanos fumando uma droga e não era associada à cannabis ou ao cânhamo. Assim, muitas pessoas que tinham razões legítimas para se oporem ao projeto de lei, não tomaram sequer ciência disso (agricultores que plantavam o cânhamo para fins industriais e o conheciam apenas por este nome ou como cannabis, por exemplo).

Woodward passou a afirmar que a AMA se opunha à legislação e questionou o curto espaço de tempo entre as audiências, chegando perto de uma acusação de má conduta de Anslinger e sua equipe.

“Que há uma certa quantidade de dependentes químicos, de caráter censurável, ninguém vai negar. Os jornais vêm chamando a atenção para isso de forma tão destacada que realmente devem haver razões para suas declarações (até mesmo Woodward, foi parcialmente influenciado pela propaganda de Hearst). O que me surpreendeu, no entanto, foram que os fatos em que essas declarações foram baseados, não foram trazidos à esta comissão como evidência primária. Estamos nos referindo às publicações de jornais sobre a dependência causada pela maconha. Dizem-nos também, que a maconha causa aumento da criminalidade.

Mas ainda assim, não foi produzido pelo Bureau das prisões (agência responsável pelas prisões na época), um relatório com o número de prisioneiros que são viciados ao uso habitual da maconha. Um inquérito informa que o Bureau das prisões não tem evidências nesse ponto.

Também lhe foi dito que as crianças em idade escolar são grandes usuários de cigarros de maconha. Porém ninguém do Bureau das crianças (responsável pelas escolas na época) foi convocado para demonstrar a natureza e a extensão do vício entre as crianças.

Um inquérito do Bureau das crianças mostra que eles não tiveram a oportunidade de investigar e não sabiam de nada a respeito do assunto.

A  Secretaria de Educação – com certeza, deveria saber sobre o hábito que estava muito comum entre as crianças em idade escolar do país, se houvesse algum hábito – isso indica que eles não tiveram a oportunidade de investigar e não sabiam nada a respeito disso.

Além disso, há o Departamento do Tesouro em si, o Sistema Público de Saúde, com a Divisão de Higiene Mental. Essa Divisão de Higiene Mental foi, de início, a Divisão de Narcóticos. Foi convertida em Divisão de Higiene Mental, penso eu, por volta de 1930. Este particular Bureau tinha o controle, até o presente momento, das fazendas de narcóticos que foram criadas cerca de 1929 e 1930 e entraram em operação alguns anos depois. Ninguém desse Bureau foi chamado para prestar depoimento sobre esse ponto.

Uma investigação informal feita por mim, indica que eles não tiveram nenhum registro de viciados em maconha, relacionados a essas fazendas.

O Bureau de Saúde Pública possui também uma divisão de farmacologia. Se você deseja evidências quanto à farmacologia da cannabis, este é obviamente o lugar que você deve ir, para ter acesso à evidências concretas, ao invés de boatos indiretos.”


Os membros do Comitê então passaram a atacar o Dr. Woodward, questionando os seus motivos para se opor à lei. Até mesmo o presidente do comitê tomou partido na discussão:

O Presidente: “Se você quer dar conselhos a respeito da legislação, você deveria vir aqui com algumas propostas construtivas, ao invés de críticas, ao invés de tentar jogar obstáculos no caminho do que o Governo Federal vem tentando fazer. O Governo não tem somente um motivo altruísta nisto, eles tem uma séria responsabilidade.”

Dr. Woodward: “Nós não conseguimos entender ainda, Sr. Presidente, por que esse projeto de lei vem sendo preparado em segredo ao longo dos dois últimos anos, sem qualquer insinuação, até mesmo, para a profissão, ao qual estava sendo preparado.”

Depois de algumas discussões mais...

O Presidente: “Eu gostaria de ler uma citação de um recente artigo no Washington Times:

O cigarro da maconha é a mais insidiosa de todas as formas de drogas, principalmente por causa do fracasso de seus usuários em entender suas qualidades fatais.

A nação está quase sem defesas contra ela, não tem leis federais para lidar com isso e praticamente nenhuma campanha para combater.

O resultado é trágico.

Crianças em idade escolar são a presa dos traficantes que infestam os bairros escolares.

Meninos e meninas do ensino médio, compram a destrutiva maconha, sem conhecimento de sua capacidade de dano e os traficantes sem consciência vendem sem punição.

Isso é um problema nacional e precisa de atenção nacional.

O fatal cigarro de maconha deve ser reconhecido como uma droga mortífera, e as nossas crianças devem ser protegidas contra ele.

Essa é uma acusação muito grave. Eles dizem que é uma questão nacional e precisa de legislação efetiva. É claro que, de uma maneira geral, você respondeu à todas essas declarações; e isso indica claramente que é um mal de grande magnitude, inclusive reconhecido pela imprensa do país como tal.”

Foi basicamente isso, o jornalismo tendencioso sobrepujou-se sobre a ciência médica.

O comitê aprovou a legislação. E no Senado a discussão era:

Membros do norte de Nova Iorque: “Sr. Speaker, a respeito de que é esse projeto de lei?”

Speaker Rayburn: “Eu não sei. Tem algo a ver com uma coisa chamada maconha. Eu acho que é algum tipo de narcótico.”

“Sr. Speaker, a Associação Médica Americana apoia esse projeto de lei?”

Um membro do comitê pula e diz: “O Dr. Wentworth (sic) veio até aqui. Eles apoiam esse projeto de lei 100%.”

E com base nessas mentiras, em 2 de Agosto de 1937, a maconha se tornou ilegal a nível federal.

A cobertura do New York Times divulgou: “O Presidente Roosevelt assinou hoje um projeto de lei para coibir o tráfico do entorpecente maconha, através de pesados impostos sobre as transações.”

Anslinger como o precursor dos Czares das drogas

Anslinger foi essencialmente o primeiro Secretário Antidrogas. Mesmo que o termo não existisse até os tempos em que William Bennet assumiu a posição de diretor do Escritório da Casa Branca da Política Nacional de Drogas, Anslinger agiu de forma semelhante. Na verdade, existem alguns incríveis paralelos que podem ser traçados entre Anslinger e o antigo Secretário Antidrogas, John Walter. Ambos tinham uma espécie de carta branca para sair por ai demonizando as drogas e seus usuários. Ambos tinham os recursos e um grande público para fazerem suas vozes serem ouvidas e promover suas agendas pessoais. Ambos mentiram constantemente, muitas vezes quando não era necessário. Ambos eram racistas. Ambos tiveram a capacidade de persuadir os legisladores, através de mentiras. E principalmente, eles manipulavam os meios de comunicação, o que minimizou a divulgação do ponto de vista de seus opositores.

Anslinger ainda teve a habilidade de contornar a Primeira Emenda da Constituição americana. Ele proibiu o filme canadense “Drug Addict” (Viciado em Drogas), um documentário de 1946 que representava realisticamente os viciados em drogas e os esforços na aplicação da lei. Ele até tentou que o Canadá proibisse o filme em seu próprio território, ou apenas os cidadãos dos EUA de verem o filme no Canadá. O que foi recusado pelo Canadá. (Alguns anos atrás, o Secretário Anti-Drogas John Walters tentou intimidar o Canadá, para que ele tornasse mais severas suas leis sobre a maconha.) Anslinger tinha 37 anos para solidificar a propaganda e sufocar a oposição. As mentiras continuaram (embora as história se ajustasse – o garoto de 21 anos que matou sua família de cinco pessoas nunca sai de moda). Em 1961, ele olhou para os seus esforços passados:

“Grande parte da violência juvenil irracional pode ser considerada culpa exclusiva da intoxicação dos jovens pelo cânhamo. Uma gangue de garotos rasgam as roupas de duas meninas e as estupram enquanto elas gritam, um garoto após o outro. Um garoto de 16 anos mata toda a sua família de 5 membros na Flórida. Um homem em Minesota coloca uma bala na cabeça de um estranho em uma estrada. No Colorado, um homem tenta atirar em sua esposa, acerta sua avó sem querer e em seguida se mata. Todos esses crimes aconteceram por causa do uso da maconha. A medida que a situação damaconha foi piorando, eu soube que uma ação deveria ser tomada para que uma legislação apropriada fosse aprovada. Em 1937, sobre a minha direção, o Bureau lançou dois importantes passos: primeiro, um plano legislativo para buscar no Congresso  uma nova lei que, colocasse a maconha e sua distribuição diretamente sobre controle federal. Segundo, no rádio e em fóruns importantes, eu apresente o que vinha sendo publicado pelo the New York Herald Tribune, histórias dessa demoníaca planta. Eu escrevi artigos para revistas; nossos agentes deram centenas de palestras para pais, educadores, líderes sociais e cívicos. Em transmissões de rede nacional, eu relatei a lista crescente de crimes, incluindo assassinato e estupro. Eu descrevi a natureza damaconha e seu parente próximo, o haxixe. Eu continuava a martelar os fatos. Eu acredito que fizemos um trabalho completo, para o público que foi alertado e as leis que os protegem, que foram aprovadas ambas em nível nacional e estadual. Nós também controlamos a maconha selvagem que cresce pelo país. Trabalhando com autoridades locais, nós conseguimos limar centenas de hectares de maconha e arrancamos plantas que brotavam próximo as estradas.”

Depois de Anslinger
Em um período de férias da faculdade, eu estava visitando uma igreja situada em uma área rural de Illinois. Nas prateleiras de livros, na parte de trás da igreja, existia um panfleto sensacionalista a respeito dos males da maconha – toda aquela antiga propaganda “Reefer Madness”, sobre como a maconha causava insanidade e assassinatos. Eu me aproximei do padre e disse “Você não pode ter isso na sua igreja. Isso é tudo mentira, e a igreja não deveria estar promovendo mentiras.” Felizmente, o padre acreditava em mim e ele mandou remover o material. Ele nem sabia como esse material havia chegado ali. Mas se não tivessem falado comigo, nem ele nem os outros membros da igreja teriam qualquer razão para NÃO acreditar no que os panfletos diziam. A máquina da propaganda havia sido bastante efetiva. E desde então vem sido uma ladainha contínua de:

- Político que querem mostrar um combate mais forte ao crime, que aplicam penas mais severas
- Constante aumento nos gastos na aplicação da lei e nas prisões
- Aplicações racistas da lei às drogas
- O dinheiro dos impostos que financiaram a propaganda
- Sufocamento do discurso da oposição

Contribuições políticas de corporações que lucram com a maconha sendo ilegal (produtos farmacêuticos, álcool, etc.)

A primeira lei brasileira proibindo a maconha é de 1830 e a pena para os traficantes, que eram em sua grande maioria brancos de classe média, era menor do que para o usuário, que eram os negros escravos: enquanto o primeiro pagava 20.000 réis, o segundo teria três dias de prisão. Mas essa primeira lei não foi levada muito a sério e a proibição definitiva aconteceu somente na década de 192

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100 Coisas que você não sabia mais Agora sabe

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Macacos educados
Os babuínos já foram treinados pelos egípcios para servirem a mesa e esperar de pé até terminar a refeição.
Mickey
Wayne Allwine, a voz do Mickey, era casado com Russi Taylor, voz da Minnie.

No RG da Barbie
O nome inteiro da Barbie é Bárbara Millicent Roberts
Hitler
Hitler era vegetariano.
Coma marinho
Se os tubarões ficarem de cabeça para baixo, eles entram em coma.
Respiração diferente
As tartarugas podem respirar através de seus rabos.
A Rainha dos gansos
Todos os cisnes da Inglaterra são propriedade da rainha.
Versatilidade
Um cubo mágico tem 4.325.003.274.489.856.000 posições possíveis.
In CON cebível.
É impossível criar uma pasta com o nome con se você tiver Windows.
Sensibilidade
Olhos azuis são mais sensíveis a luz.
O C.
Elvis tirou uma nota C em sua aula de música.


110 rounds
A luta mais longa de boxe durou 110 rounds.


Ironia do destino
Alexander Graham Bell, o inventor do telefone, não podia ligar para sua mulher, ela era surda.


Mageirocofobia
Mageirocofobia é o medo de cozinhar.


Limpinhos
Porcos não suam.


Axilas nasais
Vacas suam através do nariz.


Hitler e o fusca
O fusca foi ideia de Hitler.


A cor das bandeiras
Vermelho é a cor mais comum em bandeiras de países.

Passos gelatinosos
pinterest
O som dos passos do E.T no filme E.T foram feitos com gelatina.


Mr. Potato na tv
Senhor Cabeça-de-Batata foi o primeiro brinquedo a ter uma propaganda de TV.


Pogonofobia
Pogonofobia é o medo de barbas.


Carecas e ouriços
Os egípcios acreditavam que os ouriços curavam a calvice.


Dessobrancelhada
A Monalisa não tinha sobrancelhas.


Cérebro Tofu
O cérebro tem a mesma consistência que um tofu.


A tartaruga do oceano
O cavalo marinho é o peixe mais lento que existe.


5 meses fazendo a barba
Um homem gasta em média 145 dias da sua vida se barbeando.


Insônia mortal
Ficar acordado por 2 semanas pode te matar.


Só um cochilo
Girafas dormem entre 10 minutos e 2 horas por dia.


Riqueza póstuma
A pessoa mais rica já falecida é Elvis Presley.


Dominação bacteriana
Existem aproximadamente 5, 000, 000, 000, 000, 000, 000, 000, 000, 000,000 de bactérias vivendo no planeta Terra.


Título barra texto
O título mais longo de um livro é de 670 palavras.


O mais popular da internet
Tom Anderson, criador do Myspace é a pessoa com mais amigos virtuais na internet.


Ossos do pé
25% dos ossos do nosso corpo estão no pé.


Imitador profissional
O pássaro Lira pode imitar qualquer som que ele escuta (já imaginou um passarinho imitando o Silvio santos.)


A longevidade que começa pela cabeça
Os homens que partem o cabelo para a direita geralmente vivem mais dos que partem para a esquerda.


Irmãos e marcas
Os criadores da marca Puma e Adidas são irmãos.


Altura mutante
As pessoas são mais altas de manhã do que de noite.


Morte alegre
É possível sim morrer de rir.


Conselho de dentista
Chocolate faz bem para os dentes.


Monges morcegos
Os monges tibetanos dormem em pé.


Branca de Neve e o oscar
Walt Disney recebeu um oscar e 7 miniaturas pela branca de neve.


Estação do crescimento
Crianças crescem mais rápido na primavera.


Tripas musicais
As cordas das guitarras eram feitas originalmente de tripas de gato.

Refrigerante verde
pinterest
A Coca-Cola seria verde se não fossem adicionados corantes.


Eles não chamam o Hugo
Coelhos não podem vomitar.


Fumantes e os dentes
O fumante perde em média 2 dentes a cada ano.


Ovo inquebrável
A maior altura que um ovo já caiu sem quebrar foi de 213, 36 metros de altura.


A falsa maçã
A Bíblia diz que a fruta proibida não era uma maçã.


Mentira mais contada
A mentira mais contada é : Estou Bem.


Anatidaefobia
A Anatidaefobia é o medo que um pato esteja observando você.


Vacas e escadas
Vacas conseguem subir escadas, mas não conseguem descer.


Alimentação cor de rosa
Flamingos são rosas por causa de sua alimentação.

Mel
pinterest
A única comida que não apodrece é o mel.


Tintura
O cabelo de Elvis era loiro.


56 km
Um lápis pode escrever uma linha reta de até 56 km


De onde vem a tesoura
Leonardo da Vinci inventou a tesoura.


Games e táxi
A Nintendo já possuiu uma companhia de táxi.


Salgados
Gatos não sentem o gosto de doces.


O início da luz
A lâmpada mais antiga do mundo funciona desde 1901.


Em fase de crescimento
O Monte Everest cresce 4 milímetros a cada ano.


Homens e raios
Homens tem mais chances de ser atingidos por um raio do que mulheres.


A torre que cresce
A Torre Eiffel fica 15 cm maior que seu tamanho original no verão.


Arma divertida
O io-io foi criado pra ser usado como arma.


Visão aguçada
Você enxerga melhor quando está assustado.


Os dias que sumiram
Os dias 3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 e 13 não existiram em 1752.


O presidente Cheerleader
George Bush já foi chefe de torcida.


O rei e a bigode
No baralho, o rei de copas é o único que não tem bigode.


A galinha sem cabeça
Uma galinha já sobreviveu 18 meses sem a cabeça.


Morte no Halloween
Harry Houdini morreu no Halloween.


Café a grito
Se você gritar por 8 anos, 7 meses e 6 dias, produzirá energia o suficiente para esquentar uma xícara de café.


Pó espacial
A Terra fica 100 kg mais pesada todo dia devido a queda de pó espacial.


Areia de estrelas
Existem mais estrelas no espaço do que grãos de areia na Terra.


Hipopótamos assassinos
Hipopótamos matam mais humanos que qualquer animal africano.


Energia para torradas
Um raio contêm energia para torrar 160 mil fatias de pão.


A água viva imortal
A água viva Turritopsis é biologicamente imortal.


43
Paris Hilton calça 43.


Peixe perigoso
Um baiacu tem veneno suficiente para matar 30 pessoas.

Mclanche feliz
pinterest
O Mc Donald é o maior distribuidor de brinquedos do mundo.


Digital nasal
As impressões do cachorro ficam no seu nariz, assim como a impressão humana fica no polegar.


Levantamento de peso
O recorde de levantamento de peso é de 472,5 kg, mais pesado que uma vaca.


Sapos sóbrios
Sapos não gostam de bebida alcoólica.


Macaco inconveniente
O piloto da Nascar Tim Flock é o único piloto da história a fazer um pit stop para retirar um macaco do carro.


Virando uma cenoura
Se você comer muita cenoura é possível que sua pele fique laranja.


Feito para homens
O salto foi criado originalmente para os homens.


Sabonete humano
Existe gordura suficiente no copo para fazer 7 sabonetes.


Super herói celebridade
O super-homem é o super-herói mais retratado na TV.


Temperatura ambiente
A temperatura de um peido quando ele é criado é de 37º.


Comendo ranho
Uma a cada setenta pessoas comem seu próprio ranho.


Rugido arrebatador
O rugido do leão pode ser ouvido a 8 km de distância.


Antecessor
O antecessor do Google search era o Backrub.


Hibernação de caracóis
Caracóis podem dormir por 3 anos.


Recorde de voo
O recorde de voo de uma galinha é de 13 segundos.


Álcool espacial
Cientistas descobriram álcool no espaço.


Cor da calma
A cor que mais acalma é o azul.


Musculação mental
Pensar em músculos te faz ficar mais forte.


Cds ilegais
É proibido entrar no México com mais de 2 CDS.


Rotação
A velocidade de rotação da Terra é de 1674.4 km/h.


Pirulito antigo
Os romanos inventaram o pirulito.



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Ex-ministro canadense afirma: Dois ETs trabalham para os EUA

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Paul Hellyer, ex-ministro da Defesa do Canadá, afirmou recentemente que dois ETs trabalham intimamente com o governo dos EUA. O depoimento foi feito em uma comissão popular de Washington que investiga a vida fora da Terra e a passagem de alienígenas por ela.“Existem ETs vivos, e dois deles trabalham no governo dos Estados Unidos. OVNIs são tão reais quanto os aviões”, disse o canadense, de 89 anos.Segundo Hellyer, de 89 anos, a Terra tem sido visitada por seres de civilizações interestelares que podem viajar através das dimensões a uma velocidade mais rápida que a da luz. O ex-ministro, que também já foi membro do Parlamento do Canadá, afirmou, ainda, que os alienígenas tem uma tecnologia energética que pode levar o nosso planeta a um novo patamar de desenvolvimento e de conservação do meio ambiente.
A Nasa ainda não confirmou a informação de Helleyr. Mas, como a agência espacial americana divulgou, há meses, que as profecias maias não eram certeiras, pode-se esperar um comunicado oficial a qualquer momento. Provavelmente, a Nasa negará a existência de ETs.


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Coisas curiosas que você não sabia sobre o ato de sonhar

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10. Você esquece de 90% dos seus sonhos:Depois de 5 minutos acordado, você esquece metade dos seus sonhos. O famoso poeta, Samuel Taylor Coleridge, acordou de uma manhã, depois de ter tido um sonho fantástico. Pegou uma caneta e papel e começou a escrever a “visão de um sonho”, no qual tornou-se um dos mais famosos poemas ingleses: Kubla Khan.Parte do poema havia sido escrito (54 linhas para ser mais exato), quando ele foi interrompido por uma pessoa. Coleridge voltou ao seu poema, mas não podia lembrar o resto do seu sonho. O poema nunca foi concluído.9. Cegos também sonham:Os cegos tem sonhos que tem como referência outros sentidos como sons, toques, cheiro, emoções.8. Sonhar previne psicose:Um estudo recente, fez uma pesquisa com alunos que ao iniciarem seu primeiro sonho eles eram acordados, e logo depois voltavam a dormir ás 8 horas de sono normalmente.Os alunos sentiram dificuldade  de concentração, irritabilidade, alucinações e sinais de psicose depois de apenas 3 dias. Após estes foi permitido seu sono normal sem interrupções forçadas e seu tempo de sono foi recuperado, eles aumentaram consideravelmente o percentual gasto na primeira fase.
7. Todo mundo sonha:
Todo mundo sonha, exceto se houver alguma desordem psicológica. Homens e mulheres tem diferentes sonhos e reações físicas. Homens tendem a sonhar mais sobre outros homens, enquanto as mulheres tendem a sonhar igualmente sobre os homens e as mulheres.
Além disso tem reações físicas aos seus sonhos, mesmo que não seja sexual; os homens costumam ter ereções e as mulheres tem aumento no fluxo sanguíneo vaginal.
6. Os sonhos não são exatamente sobre o que eles são:
Os sonhos tem uma língua profundamente simbólica. A mente tenta fazer a comparação do seu sonho com mais alguma coisa que seja semelhante. Portanto, qualquer que seja o seu sonho, é provável  qualquer que seja seu sonho, ele será um símbolo, não será exatamente aquilo que você sonhou.
5. Nem todos os sonhos são coloridos:
88% da população sonha colorido, e 12% sonha preto e branco, e a população tem temas comuns  nos sonhos, com: escola, correndo devagar, experiências sexuais, caindo, com dente, voando, acidentes, etc.  Ainda não se sabe se essa distinção entre sonhar colorido ou preto e branco tem algum se diferem em relação a emoções e sentidos durante os sonhos.
4. Nós só sonhamos com o que conhecemos:
Frequentemente em sonhos nos deparamos com rostos estranhos, pessoas desconhecidas, sabia que essas pessoas não são uma invenção de sua mente? São pessoas reais que você viu durante algum momento, que não deve se lembrar. O cara que você viu no sonho pode ser o carteiro que lhe entregou uma carta certo dia quando criança.
Então, Temos uma grande variedade de personagens  que estão armazenados na nossa memória totalmente disponíveis para nossos sonhos.
3. Pessoas que deixam algum hábito tem sonhos mais vívidos:
Pessoas que fumaram um longo período de suas vidas e pararam, relatam que  passaram a ter sonhos mais vívidos do que o normal. Além disso, de acordo com o “Jornal de Anomalias Psicológicas”, em um grupo de 293 fumantes em abstinência entre 1 e 4 semanas, 33% relataram ter pelo menos 1 sonho que estava fumando. Os indivíduos eram capturados na maioria dos sonhos pelos próprios fumantes e sentiram fortes emoções negativas, como culpa e pânico.

2. Estímulos externos invadem nossos sonhos:
É a experiência que a maioria das pessoas tem, onde estímulo do real começa a fazer parte do seu sonho, podendo ser um som, um toque, quando crianças fazem xixi na cama e relatam que estavam sonhando com água, piscina ou algo do gênero.
1. Você está paralisado enquanto dorme:
Nosso corpo fica praticamente paralisado durante o sonho, segundo Wikipédia, glândulas começam a fabricar um hormônio que as ajudam a induzir o sono e neurônios enviam sinais à coluna espinhal que fazem com que o corpo descanse e depois fique paralisado.

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Fatos curiosos que muita gente desconhece

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Faaaaaalae galera !! sabe aquele fato curioso que você não sabia, mas que nem por isso sua vida mudou? Conseguimos listar alguns deles. Muitos fazem parte do livro “Learn Something Every Day' esse livro é muito legal ^^ 

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Os softwares mais caros do mundo

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Você já parou para pensar como pode ser caro comprar alguns programas para o seu computador? E se você está pensando que estamos nos referindo aos sistemas operacionais, está muito enganado. O Windows 7, que pode chegar aos 600 reais, poderia ser considerado como uma “balinha de troco” para os aplicativos da nossa lista.
Para adiantar um pouco os termos: aplicativos que custem menos de 5 mil reais não entram nesta página. Isso significa que o Photoshop CS5 de 2.100 reais está longe de fazer parte. Está curioso para saber quais são os aplicativos realmente caros que existem no mundo? Então vamos a eles. Para este artigo utilizamos a cotação do dólar referente ao dia 5 de janeiro de 2012.

AutoCAD: R$ 8 mil 

O aplicativo mais conhecido para modelagem 3D chegou à versão 2012 com o preço mais baixo do que versões anteriores (que já chegaram a custar 8.500 dólares). No site oficial da Autodesk (desenvolvedora), é possível encontrar o AutoCAD por 3.995 dólares (7.340 reais). Achou caro? Somando um ano de suporte avançado, o preço sobe em 450 dólares (825 reais).

Mas se você ainda está na faculdade e não pode gastar todo esse dinheiro, a AutoDesk tem soluções mais econômicas para você. A versão LT (Lite) para estudantes pode ser comprada por cerca de 1.400 dólares, sendo que existem pacotes para várias licenças por valores um pouco mais baixos.

Adobe Font Folio: R$ 16 mil

Se você adora acessar sites de fontes gratuitas, não vai gostar nada de saber que existem pacotes que podem custar mais de mil dólares. Para sermos mais exatos: mais do que muitos mil dólares. O Adobe Font Folio é um pacote com fontes oficiais da Adobe, contando ainda com várias opções de idiomas e adaptações tipográficas.
Ao todo, são mais de 2.400 fontes disponíveis no software. Pacotes profissionais para 20 computadores diferentes podem ser comprados – diretamente no site da Adobe – por 8.999 dólares (16.500 reais). O pacote é recomendado para agências de design, que lidam bastante com criação.

AutoDesk Maya 3D: R$ 6 mil

Da mesma empresa responsável pelo AutoCad, o AutoDesk Maya 3D é um software criado para a produção de animações 3D profissionais. Com o aplicativo, desenhistas e animadores podem fazer projetos muito complexos que envolvem texturizações, sombreamentos e vários outros elementos essenciais para a fidelização entre o material criado e a realidade.
Ele pode utilizado também para a criação de jogos e outras aplicações tridimensionais. Como você pode imaginar, este software não é nada barato. As versões mais básicas dele podem ser compradas pelo site oficial da desenvolvedora por 3.495 dólares (6.400 reais).

Renderware SDK: R$ 350 mil

Um pacote de aplicativos direcionados para a renderização de gráficos está disponível em Renderware SDK. Considerado como uma das engines mais importantes da última década, a Renderware foi responsável pela qualidade gráfica de grande parte dos títulos lançados para o PlayStation 2, como é o caso de GTA San Andreas e Battlefield 2 (que também saíram para Xbox e computadores).
Jogos mais recentes (criados para Xbox 360 e PlayStation 3) já não utilizam a ferramenta, pois ela não atende às demandas da atual geração de consoles. Outro problema sério é o valor, que chegava aos 190 mil dólares poucos anos atrás (350 mil reais). Atualmente, desenvolvedores de games usam “engines” com melhor relação custo-benefício.

CryEngine: sem preço definido

O primeiro colocado não possui um preço definido, podendo ser tanto o mais caro quanto o mais barato. Isso acontece porque a Cry Engine é disponibilizada de forma gratuita para qualquer desenvolvedor de games, mas desde que os jogos criados também sejam distribuídos gratuitamente.
Os softwares mais caros do mundo
Caso contrário, o contrato da engine obriga os desenvolvedores a repassar 20% de todos os lucros obtidos com o game para a Crytek (empresa responsável pelo CryEngine). Você sabe qual é o jogo mais famoso a ser criado com a plataforma? Crysis. Isso mostra que o software é realmente poderoso.

Por que tão caros?

Você deve se perguntar quais são as razões que fazem os aplicativos mencionados aqui serem tão caros. Um dos principais motivos é o custo de produção dos programas, que precisa ser repassado para os clientes (caso contrário, a desenvolvedora não teria lucros). Imagine que um jogo custa 400 mil reais para ser feito – em números hipotéticos.
Os softwares mais caros do mundo
Se forem vendidas 100 mil cópias (a 50 reais cada, supondo que não existam gastos de marketing e gravação), a desenvolvedora terá 5 milhões de reais. Isso significa um lucro de 4,6 milhões de reais.
Agora, imagine que um software de geoprocessamento tenha o mesmo custo de produção. Logicamente, não será possível vender 100 mil cópias deste aplicativo, por isso é necessário que a desenvolvedora aplique preços muito mais altos para não ficar com prejuízo.

Exclusividade: item de luxo

Outro detalhe que costuma deixar os aplicativos mais caros do que o normal é a exclusividade. Isso vale também pelo fator explicado anteriormente (custo de produção / volume de vendas), mas principalmente por serem softwares criados especificamente para  determinados fins. Geralmente, estes aplicativos são destinados a empresas.
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Você imaginava que existiam aplicativos com esses preços? Pois como você pode ver, quanto mais específicas as funcionalidades do software, mais caro ele vai custar. 


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Blitz da lei seca vai flagrar quem usa maconha e cocaína

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Entre a noite desta sexta-feira e a terça-feira (12) de carnaval, o governo do Estado vai testar nas ruas da capital um novo modelo de blitz para fiscalizar a lei seca. Além de novos equipamentos para flagrar motoristas bêbados, como câmeras de vídeo, policiais de São Paulo terão, pela primeira vez, aparelhos capazes de detectar se o motorista consumiu também maconha ou cocaína. Os equipamentos, inéditos no País, serão usados caso o policial suspeite do consumo de drogas. Para o teste, são coletadas gotas de saliva do condutor. Diferentemente do álcool, não é preciso aferir a quantidade de outras substâncias psicoativas no corpo: pelo artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), qualquer valor é suficiente para indiciar o motorista por crime de trânsito, que pode pegar pena de 6 meses a 3 anos de prisão, além de perder a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por um ano e pagar multa de R$ 1.915,40.
A ressalva, segundo o presidente da Comissão de Trânsito da seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), Maurício Januzzi, é que, assim como o bafômetro e o exame de sangue, o motorista não é obrigado por lei a fazer o novo teste antidrogas.
Mudanças
Os novos aparelhos são apenas uma das mudanças na blitz da lei seca. O governador Geraldo Alckmin vai assinar, nesta sexta-feira, um decreto que rebatiza a fiscalização como Operação Direção Segura. No lugar de uma operação conduzida basicamente por policiais militares, as novas blitze terão também delegado e escrivão da Polícia Civil, peritos do Instituto de Criminalística e agentes do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e de seis secretarias de Estado. Serão, ao todo, 17 pessoas por operação. "A diferença é que toda a operação estará concentrada em um lugar só. Hoje, a cada motorista flagrado, é preciso que três, quatro policiais o acompanhem até a delegacia. Com o tempo, a blitz acaba se desfazendo", explica o presidente do Detran, Daniel Annenberg.
A ideia do Palácio dos Bandeirantes, conforme o jornal O Estado de S. Paulo antecipou em novembro, é que o indiciamento do motorista infrator ocorra na mesma noite do flagrante da bebedeira. A documentação do motorista e a situação do veículo (em relação ao pagamento de IPVA e licenciamento) também serão fiscalizadas nas operações.
Outra novidade é que os policiais vão usar câmeras de vídeo, cujas imagens passaram a ser aceitas como prova de embriaguez desde o fim do ano passado, e foram treinados para notar os sinais de embriaguez definidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além disso, cadeirantes vítimas de acidentes de trânsito farão ações de conscientização sobre os riscos de dirigir sob efeito de álcool e outras drogas. Eles também vão atuar em bares, baladas e restaurantes.

O piloto do novo programa só deverá ser implementado no resto do Estado após o carnaval. Annenberg diz que, em uma segunda etapa, ainda neste ano, as blitze terão vans com computadores da Secretaria de Estado da Fazenda para que motoristas que estejam sóbrios, mas tenham pendências financeiras com o veículo, possam acertar suas contas. "Às vezes, o cidadão que não é bandido e está com a família fica a pé à noite por causa disso."





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Aparição fantasmagórica no Canadá (Vídeo)

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Um estranho incidente aconteceu numa loja de água no Canadá. Em princípio o funcionário pensou que fosse um reflexo de alguma luz e após alguns instantes notou que não era. Então foi checar se era algum inseto - talvez um vaga-lume - mas seria muito raro pois estava a uma temperatura de 2°C. As pessoas estavam entrando na loja mas ninguém pôde notar, somente a câmera infravermelha.
O “anjo” fica mudando de forma aleatoriamente, mas nada muito esquisito. Quando eu ví esse vídeo parecia até um saco luminescente voando.

Vídeo:






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5 mitos históricos em que você ainda acredita

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Uma mentira, quando bem contada, pode acabar se tornando verdade. Alguns fatos históricos bastante conhecidos podem não ter acontecido da forma que você aprendeu. Entretanto, a história não verdadeira parece tão confiável que é difícil acreditar que as coisas não saíram como você imaginou. Confira uma seleção de fatos curiosos que parecem verdadeiros, mas não são.

Benjamin Franklin não descobriu a eletricidade com uma pipa

A história que conhecemos diz que Benjamin Franklin descobriu a eletricidade enquanto empinava uma pipa com uma chave de metal amarrada na ponta. Na verdade, essa situação aconteceu, mas a eletricidade já havia sido descoberta. Além disso, em momento algum a sua pipa foi atingida por um raio.
O que ele estava tentando fazer era apenas provar a natureza elétrica dos relâmpagos. Ao tocar a chave ele sentiu um pequeno choque elétrico, proveniente da eletricidade acumulada no ar. Com isso ele conseguiu provas suficientes para demonstrar a sua teoria de que o raio era eletricidade.

A Grande Muralha da China não é visível da Lua

Ë possível ver diversas partes do planeta Terra a partir da Lua, mas diferente do que muitos dizem, a Muralha da China não é uma delas. Por conta da sua largura e da similaridade com a vegetação nas laterais, não é possível ver o ponto turístico a olho nu nem mesmo sob condições ideais de temperatura e visibilidade.
Fonte da imagem: Reprodução/Mi9

Bruxas não foram queimadas em Salem

Em 1692, na cidade de Salem, em Massachusetts, 20 pessoas foram condenadas à morte na fogueira. Além desse método, enforcamento e pedradas estavam entre as formas de execução. O que pouco sabem é que as pessoas queimadas na fogueira não eram bruxas possuídas pelo demônio.
Não há nenhum indício de que elas fizessem qualquer coisa relacionada à bruxaria. O que provavelmente pode ter acontecido é que as vítimas tenham sido acometidas por algum tipo de doença física que teve como consequência alucinações, despertando o medo e a ira nos moradores locais.

Cinderela não tinha sapatos de cristal

A versão mais conhecida da história de Cinderela é a de que ela usou sapatos de cristal. Entretanto, ao longo dos anos, mais de 500 versões da Cinderela foram revisadas por historiadores, de forma que é possível afirmar que, orginalmente, ela nunca usou sapatos de cristal.
O que Cinderela pode ter usado foi um sapato feito de ouro, prata ou qualquer outro material precioso recoberto com joias, mas nada de sapatos de cristal. Alguns pesquisadores afirmam ainda que, de fato, o que a história original dizia é que ela usou chinelos de pele de esquilo branco – algo luxuoso para a época.

O fruto proibido de Eva não era uma maçã

Tanto a maçã quanto Eva saíram com uma má reputação depois do que aconteceu no Paraíso. De acordo com o livro de Gênesis, Adão e Eva foram expulsos de lá depois de comer um fruto da árvore que está no meio do jardim. Não há nenhuma menção à Maçã. Alguns estudiosos bíblicos acham que a árvore em questão era uma figueira. Pesquisadores muçulmanos acreditam que o fruto pode ter sido trigo ou uvas.
A “escolha” da maçã como “fruto proibido” pode ter sido feita por Aquila Pôntico, um tradutor do Antigo Testamento do século II. Teoricamente ele pode ter entendido que a árvore era uma macieira após ler o Cântico de Salomão. Dois séculos depois, uma tradução latina também utilizou são Jerônimo para uma ligação com a macieira.

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