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Parece, mas não é: veja como foram feitas 10 cenas clássicas do cinema

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Fotos revelam que o glamour que vemos na telona nem sempre corresponde à realidade do momento em que ocorreram as filmagens.A arte do cinema consiste em fazer com que o espectador acredite em tudo aquilo que ele está vendo na tela. Entretanto, mesmo que algumas cenas pareçam muito bonitas na exibição, nem sempre na vida real as filmagens têm algum glamour. Na maioria das vezes, a situação é bem diferente.O site Buzzfeed reuniu algumas imagen que mostram como a “arte da ilusão” é levada a sério pelos cineastas. Prepare-se para derrubar de uma vez por todas alguns mitos que cresceram com você desde a sua infância.

A Origem

Cidades inteiras se dobrando diante dos personagens em seus sonhos. Calma, a realidade era completamente diferente. Nada que uma boa ajuda de todo um aparato mecânico não possa fazer para transformar os sonhos do filme "A Origem".
(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

Alien

Bolaji Badejo é, na verdade, o homem por baixo da pele do Alien. Descoberto em um bar, Badejo não era ator e foi escolhido pela sua altura e porte físico. Apesar do sucesso do filme, Bolaji nunca mais participou de outra produção.
(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

Godzilla

O temível monstro que destruía tudo por onde passava era, na verdade, um japonês de calção vestindo uma fantasia e pisoteando maquetes. Sem muitos recursos e com baixo orçamento, as produções da metade do século passado se superavam na criatividade para dar vazão à imaginação.
(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

Matrix

Neo e Agente Smith pairam no ar enquanto duelam em uma das principais batalhas do filme "Matrix". Se nas telas eles estavam no ar, na vida real ambos estavam suspensos por cabos de aço e diante de um fundo verde, conhecido como chroma-key.
(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

O Senhor dos Anéis

Galdalf cavalgando pela Terra Média se mostrou uma imagem panorâmica das mais belas no filme "O Senhor dos Anéis". Mas qual destes senhores abaixo era Gandalf? O ator Ian McKellen contou com vários dublês ao longo da trilogia.
(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

Os Caça-Fantasmas

Stay Puff marcha nas ruas da cidade, destruindo prédios e amedrontando toda a população no filme "Os Caça-Fantasmas". Mais uma vez, o recurso utilizado nas filmagens foi a adoção de uma maquete, bem menos assustadora do que o que aparece nas telas.
(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

Os Vingadores

Em uma das cenas do filme, Thor luta com Hulk em um dos duelos mais divertidos do filme. Entretanto, para quem imagina que tudo aquilo foi de verdade ou tudo se resumiu à computação gráfica, esta imagem mostra a verdade: Thor lutava contra um dublê equipado apenas com uma modelagem do Gigante-Esmeralda.
(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca

Em uma das cenas mais clássicas de "Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca", Luke Skywalker parece em apuros, prestes a morrer. Olhando outra foto, que mostra como foi filmada a cena, vários colchões colocados no chão denunciam que, na verdade, não havia perigo nenhum.
(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca

A caminhada dos AT-AT parece algo imponente quando vista na tela do cinema. Entretanto, olhando um dos designers do filme segurando uma das maquetes enquanto ela é filmada, tudo parece ficar tão sem graça.
(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

Titanic

Jack e Rose, em alto mar, após o naufrágio do navio Titanic. Se você imagina que os atores Leonardo DiCaprio e Kate Winslet foram para o oceano filmar as cenas da produção, está completamente enganado. A foto mostra uma grande piscina e um clima nada romântico entre os protagonistas.

(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

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6 mistérios da Física que ainda não foram resolvidos

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Engana-se quem pensa que a época das grandes descobertas já passou. Ainda hoje, muitas questões continuam sendo mistérios para a ciência.
De acordo com as lendas que circulam pelo meio científico, o físico britânico Lord Kelvin
teria dito, em 1900, que não havia mais nada para ser descoberto pela Física naquela época e que, a partir de então, a ciência só poderia ser aperfeiçoada, com medições cada vez mais precisas. Porém, bastaram algumas décadas para que a declaração de Kelvin fosse refutada.Durante a primeira metade do século XX, os alicerces da Física Quântica começaram a ser construídos por nomes de peso, como Einstein, Planck, Bohr e Heinsenberg. Depois disso, ninguém se arriscou a repetir que já sabemos tudo sobre o universo. E, cada vez mais, avanços científicos abrem áreas novas, que precisam ser entendidas.
Quer uma prova? Pois então vamos a alguns mistérios que ainda não são completamente compreendidos pela ciência.

1. Energia escura e o nosso universo

Mesmo que a gravidade empurre tudo para o centro do nosso universo, ele continua se expandindo. Para explicar isso, astrofísicos sugeriram a presença de uma energia invisível e que se contrapõe à força da gravidade.
Conhecida como energia escura, essa constante cosmológica é tida como uma propriedade inerente do próprio espaço. À medida que o espaço se expande, mais espaço é criado e, consequentemente, mais energia escura.
E não é só isso. Com base nas observações da taxa de expansão do universo, cientistas estimam que mais de 70% do universo é composto por energia escura. Entretanto, ninguém sabe como constatar de fato a presença dessa energia.

2. Matéria escura compõe 84% do universo

Mais uma curiosidade sobre o nosso universo: 84% da matéria presente em nosso universo não emite e sequer absorve luz. A matéria escura, como é chamada, não pode ser vista diretamente e ainda não pôde ser detectada de maneira indireta. Porém, cientistas acreditam na existência dessa matéria graças aos efeitos gravitacionais que atuam na radiação e estrutura do universo, além da matéria visível.
Matéria escura, em azul, circulando a Via Láctea (Fonte da imagem: ESO/L. Calçada)
Acredita-se que esse tipo de matéria seja composta por partículas conhecidas como WIMPs, acrônimo que significa “Weakly Interacting Massive Particles”, ou seja, “Partículas Massivas de Interação Fraca”, em tradução livre. Porém, até o momento, nenhuma dessas partículas foi detectada.

3. Existem universos paralelos?

Expansão e criação de novos universos: o X vermelho indica o fim da inflação (Fonte da imagem: Starts With a Bang)
E como se já não tivéssemos problemas suficientes aqui na Terra, cientistas surgiram com o conceito de multiverso, ou seja, diversos universos paralelos coexistindo sem que um tenha contato com o outro. Se quiser saber mais sobre uma das teorias que corroboram essa ideia, leia o artigo “Universos paralelos: afinal, que piração é essa?”.

4. Por que tem mais matéria do que antimatéria?

Essa é uma das perguntas cuja resposta está longe de ser respondida. Sabemos que, quando uma partícula de matéria se encontra com sua contraparte, as duas desaparecem. Entretanto, muitos acreditam que, durante o Big Bang, a mesma quantidade de matéria e antimatéria foi formada.
Mas se isso realmente acontecesse, prótons teriam sido aniquilados com antiprótons, nêutrons com antinêutrons e assim por diante. O universo não teria sido criado e você não estaria aqui, lendo este artigo. Por isso, há a especulação de que exista muito mais matéria do que antimatéria no universo. Mas, se isso for verdade, ninguém sabe explicar como ou por que tudo aconteceu dessa forma.

5. O destino do universo

O universo está em expansão. Mas esse processo terá um fim? Bem, existem algumas respostas para essa possibilidade e, basicamente, ela depende de uma variável cujo valor é desconhecido: a medida da densidade de matéria e energia no espaço. Com base nisso seria possível estipular, com clareza, a forma do universo.
Energia escura pode definir o futuro do universo (Fonte da imagem: NASA)
O universo pode ser fechado, como a forma de uma esfera e, caso não haja a tal energia escura, ele eventualmente começará a encolher novamente, num processo inverso ao do Big Bang e conhecido como Big Crunch. Caso a energia escura exista de fato, esse universo esférico se expandirá eternamente.
De maneira alternativa, pode ser que o universo seja curvo e aberto, como a superfície de uma sela para montar cavalos. Se esse for o caso, o universo pode estar caminhando para dois processos conhecidos como Big Freeze e Big Rip, ou seja, primeiro, a aceleração do universo fará com que ele acabe desfazendo galáxias e estrelas, deixando matéria fria e abandonada. Depois, a aceleração cresceria tanto que poderia até mesmo superar a força que mantém os elementos de um átomo em seus devidos lugares, destruindo-o completamente.
Linha do tempo do nosso universo, desde o seu surgimento (Fonte da imagem: NASA)
Para finalizar, o universo pode ter uma estrutura planar, de maneira similar a uma mesa que se expande para todas as direções. Caso a energia escura não exista nesse modelo, o universo reduziria a aceleração de sua expansão aos poucos, até parar completamente. Mas se a energia escura existir, tudo terminaria sendo destruído com o Big Rip.

6. Medições destroem ondas quânticas

O mundo subatômico é estranho. As leis da Física são outras e tudo se comporta de maneira bastante esquisita para os nossos padrões. Para começar, as partículas não se comportam como pequenas esferas, mas como ondas que ocupam certa área. Sendo assim, propriedades como localização e velocidade de uma partícula são medidas em probabilidades, um intervalo de valor que a partícula pode ocupar.
Porém, o inesperado acontece quando alguém tenta medir com exatidão uma de suas propriedades: a partícula deixa de ser uma função de onda e passa a ter uma só localização ou velocidade, por exemplo. Mas como e por que essa onda se desfaz, ninguém sabe.

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