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Professora presa por manter relações sexuais com garota de 14 anos

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Uma professora de 28 anos foi presa após ser denunciada pela mãe de uma garota de 14 anos, com que estaria tendo relacionamento sexual nos Estados Unidos.Kimberly Ali, que leciona em uma escola em Phoenix, no Arizona, não dava aulas para a adolescente e a polícia não sabe como o envolvimento entre as duas começou. Ela está sendo processada e vai responder por manter relações sexuais com uma menor de idade.O relacionamento, que já durava pelo menos duas semanas, foi descoberto pela mãe da estudante, que leu;uma troca de mensagens no Facebook da filha.

Então Cabras sss Essaas!!! Novinhas assanhadas de hoje não sei não viu eu queria ir  pra esses outros paises pra eu pegar uma gringa dessa sem bunda pra eu dar uma lapada na rachada nela UH3uhHU3uh3uh3UH3hu , 


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Arma criada em impressoras 3D é banida nos Estados Unidos

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Departamento de Estado do país acredita que a documentação do dispositivo pode cair na mão de países considerados perigosos.Revelada há pouco mais de uma semana, a pistola Liberator chamou a atenção de autoridades federais dos Estados Unidos. Segundo o site Betabeat, o criador da invenção, Cody Wilson, recebeu uma carta do Departamento de Estados Norte-Americano pedindo que ele removesse os arquivos relacionados ao armamento de seu site.Além disso, o documento sugere que Wilson entrasse com um requerimento para saber se ele tem o direito legal de distribuir a arma criada em impressoras 3D. A justificativa do Escritório de Observação da Defesa de Direitos Comerciais é que há preocupações que o dispositivo viole a Regulação Internacional de Tráfego de Armas.
Ao que tudo indica, a pistola pode ter quebrado o artigo que estipula o banimento da exportação de informações relacionadas a qualquer item ou dado técnico que tenha a ver com instrumentos de defesa caso não haja uma autorização que permita isso. O objetivo da lei é impedir que países considerados perigosos possam comprar munições e armas.
O Departamento de Estado afirma que precisa de tempo para analisar se os arquivos relacionados ao dispositivo precisariam de alguma autorização especial para poderem ser distribuídos. Embora Wilson tenha concordado com as condições, o fato é que os documentos continuam sendo distribuídos pela internet através de sites como o The Pirate Bay — a expectativa é que a documentação já tenha sido baixada mais de 100 mil vezes.



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WikiLeaks vaza 1,7 Mi de documentos diplomáticos dos EUA

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WikiLeaks vaza mais de 1,7 milhão de documentos diplomáticos americanos que datam dos anos 1970 e foram oficialmente liberados ao público, mas que continuam sendo de difícil acesso para o público, segundo seu fundador Julian Assange em uma mensagem de vídeo divulgada nesta segunda-feira.Os novos documentos publicados, que abarcam o período entre 1973 e 1976, incluem cartas enviadas e recebidas pelo secretário de Estado americano da época, Henry Kissinger. Podem ser consultados no endereço wikileaks.org/plusd/.Essas mensagens haviam sido oficialmente liberadas ao público pelo governo americano, indicou a jornalistas em Washington o polêmico fundador do site, Julian Assange, por meio de um vídeo divulgado ao vivo da embaixada do Equador em Londres, onde se refugiou para evitar sua extradição para a Suécia em um caso de suposto estupro.
No entanto, esses dados só podiam ser acessados até agora por meio dos arquivos nacionais americanos e em um formato que não permite realizar buscas de palavras contidas nos documentos.
“Os telegramas estavam ocultos em uma fronteira entre o secreto e a complexidade”, disse Julian Assange, considerando que os arquivos podem voltar a ser classificados como confidenciais e bloqueados.
No período coberto, Henry Kissinger era secretário de Estado americano, e muitos dos relatórios foram escritos por ele – ou enviados a ele. Segundo o site, os registros incluem “revelações significativas sobre o envolvimento dos EUA com ditaduras fascistas, particularmente na América Latina, sob a Espanha de Franco (incluindo a família real espanhola) e na Grécia, sob o regime dos coronéis”. Milhares de documentos estão marcados com as observações “NODIS”, que significa que não devem ser distribuídos (“no distribution”), ou “Eyes Only”, que não devem ser copiados. Também há muitos telegramas marcados como secretos ou confidenciais.
Assange disse que o WikiLeaks desenvolveu sistemas técnicos sofisticados para lidar com materiais volumosos e complexos como estes. Entre 2010 e 2011, o site já havia divulgado mais de 250 mil telegramas diplomáticos dos EUA. O conteúdo publicado esta semana, no entanto, tem cinco vezes o tamanho daquele que ficou conhecido como “Cablegate”.
Assange está refugiado na embaixada equatoriana em Londres desde junho do ano passado, depois de perder as apelações para não ser extraditado para a Suécia, onde seria levado para interrogatório por conta de duas acusações de estupro. O ativista refuta as acusações, e seus seguidores alegam que o processo sueco não passa de uma manobra para colocá-lo em risco de extradição para os EUA, onde poderia ser julgado por espionagem pela divulgação de documentos confidenciais vazados.

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Exército dos EUA testou armas químicas em seus próprios soldados

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De acordo com o The New Yorker, na década de 60, cientistas do exército norte-americano — liderados pelo psiquiatra Coronel James S. Ketchum — testaram em milhares de seus próprios soldados os efeitos de armas químicas sobre o corpo e a mente humana.
Os experimentos faziam parte de um projeto secreto desenvolvido durante a Guerra Fria, no qual os cientistas testavam a possibilidade de lutar contra eventuais inimigos utilizando nuvens de substâncias psicoativas — capazes de incapacitar a mente temporariamente — em vez de matar pessoas com o uso de armas e bombas convencionais.
As drogas utilizadas nos experimentos variavam; iam do LSD ao gás lacrimogênio, passando pelo VX — um gás de ação nervosa muito poderoso e letal que chegou a ser procurado por Saddam Hussein — e outras substâncias secretas capazes de provocar delírios.
O problema é que os soldados que ficavam expostos a essas drogas — todos voluntários — nunca foram informados sobre o que se tratava, nem se existiriam quaisquer efeitos de curto e longo prazo sobre suas mentes. E pior: esses homens nunca receberam nenhum tipo de acompanhamento ou tratamento psicológico após a finalização dos experimentos.


Guerra química

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia)
Algumas das substâncias testadas provocavam o envenenamento dos voluntários, enquanto outras os deixavam grogues ou extremamente ansiosos. Outros efeitos comuns eram a falta de sono, ocorrência de pesadelos e depressão, assim como apatia, falta de interesse, fatiga, histeria, pânico, delírios, alucinações, comportamento suicida e total inércia.
E parece que muitos dos soldados que participaram — mais de 5 mil jovens saudáveis — sofreram sequelas. Tanto que alguns tentaram contatar Ketchum para saber o que havia acontecido com eles durante os testes, para que assim, quem sabe, pudessem aliviar seus pesadelos e problemas psicológicos.
Alguns dos que ainda continuam vivos iniciarão uma batalha judicial contra o governo federal dos EUA, descrevendo os experimentos como sendo diabólicos. Hoje, o Coronel Ketchum tem 81 anos de idade, vive em uma modesta casa na Califórnia, e acredita — sinceramente — que os experimentos que ele liderou no passado foram necessários e, apesar dos danos colaterais, não tinham nada de errado.


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