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Algumas curiosidades sobre a maconha

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-A maconha não é uma planta nativa do Brasil. Ela foi introduzida em nosso país, em 1559 pelos escravos, daí uma dos motivos da maconha também ser conhecida como “fumo d’Angola”.-Até o início século XX, a maconha era legalizada no Brasil, sendo vendida em maços e prescrita para insônia e também asma.- O Brasil foi um dos pioneiros a adotar uma lei que proibia o uso e o comércio de maconha, ainda na década de 20.-As fibras da Cannabis tem grande utilidade na construção civil. O Hempcrete (mistura de cânhamo, cal e água)  é atóxico ,resistente a cupins e absorve gás carbônico da atmosfera o que faz um método 100% orgânico, que não danifica a natureza.-Existem relatos na medicina, além da utilização de maconha como forma de tratamento para a dependência química causada por drogas mais fortes, como crack e heroína. Países como a Holanda, já se utilizam desta metodologia, mostrando que a maconha é a porta de saída para drogas pesadas e não a porta de entrada, como muitos leigos pensam.
-Em Israel, cientistas desenvolveram uma maconha com pouco THC. Conhecida como a maconha que não dá barato, este tipo de terapia se utiliza o Canabidiol (CBD) como principal ferramenta para combater reações inflamatórias.-A primeira lei ocidental que proibia o uso da maconha foi promulgada por Napoleão Bonaparte. Durante seu império, os egípcios eram grandes consumidores de haxixe.
-A larica é advinda da consequência do THC inibir o receptor canabinoide CB1 que consequentemente interrompe o hormônio responsável pelo controle do apetite.
Eu amo a maconha porrrrrrra!!!
LEGALIZE 420


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Google Glass não deve fazer mal a seus olhos

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Tempo de uso é um dos fatores que diminuem os riscos.
Muita gente está animada há algum tempo em relação ao Google Glass, o computador que se pode “vestir” no rosto. Entretanto, com a aproximação da distribuição geral do dispositivo para os consumidores, muitas dúvidas começaram a surgir sobre privacidade e, mais recentemente, sobre saúde.
Nos termos de serviços do produto, a Google se isenta de qualquer dano que o dispositivo possa causar a qualquer pessoa. Assim, aconselha ainda que você devolva o aparelho caso experimente dores de cabeça ou nos olhos por conta do uso. Além disso, ela proíbe que crianças com menos de 13 anos criem uma conta para o aparelho e desencoraja os pais a deixá-las usar o dispositivo.
A culpa do receio é da própria Google?
Lendo isso, muita gente pode imaginar que o Glass é um verdadeiro veneno para nossos olhos. Contudo, o diretor de pesquisas em optometria de um instituto acadêmico dos EUA, Dr. Jim Sheedy, conversou com o Gizmodo e afirmou que a tela do dispositivo por si só não deve causar problemas para os olhos dos usuários, nem mesmo para crianças, como teme a Google.

O display do produto não funciona como um LCD comum nos quais seus olhos ficam atentos o dia todo em PCs, smartphones e outros. Mesmo assim, os males que se pode sofrer por causa do uso intenso do Glass são praticamente os mesmos de ficar encarando uma tela de computador.

É diferente
A vantagem do Google Glass, entretanto, é que ele é projetado para evitar o uso contínuo. Assim, sempre que você não está executando uma tarefa com ele, o display se mantem desligado. Além do mais, ainda não há aplicações para o produto que justifiquem manter a tela ligada por muito tempo, como as de PCs. Até a navegação por ruas “economiza” a tela. Fora isso, a bateria não deve durar mais que uma hora.

Ainda assim, algumas pessoas podem sentir alguns efeitos do uso do aparelho. Segundo Sheedy, pessoas podem sofrer com o que ele chama de deslocamento de realidades. Ou seja, você está prestando muita atenção na tela do Glass e, de repente, muda seu foco de visão para o mundo real, podendo experimentar tonturas e dores de cabeça. O mesmo talvez possa acontecer se você dividir sua atenção entre o real e o conteúdo na tela.




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A polêmica do ursinho TED (Trailer)

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TED estreou nos cinemas dia 21 de setembro e não demorou muito para que o humor ácido de suas cenas incomodasse os mais conservadores. O argumento do filme gira em torno de um urso de pelúcia que ganha vida. A história começa nos anos 80, quando o protagonista John Bennet (Mark Wahlberg) ganha de Natal o ursinho TED e na manhã seguinte ercebe que não se trata de um brinquedo comum. TED é extremamente mal-humorado e sarcástico. As cenas dos dois amigos consumindo drogas e as insinuações sexuais promovidas pelo bichinho, incomodaram bastante o deputado Protógenes Queiróz (PCdoB – SP), que após assistir ao filme com seu filho pré-adolescente, expressou sua indignação através de seu perfil no twitter. A classificação indicativa é para maiores de 16 anos, porém uma criança pode assistir acompanhada dos pais. Talvez o deputado não tenha se informado direito sobre o filme e sendo pego de surpresa, iniciou um movimento a fim de proibir a exibição de TED nos cinemas do país, alegando que o longa-metragem faz apologia ao uso de drogas, o que caracteriza crime e fere as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente. Até o momento TED continua sendo exibido em diversas salas de todo o país. O deputado esclareceu em seu blog que não é contra o filme em si, mas luta pela alteração da classificação indicativa do filme de 16 para 18 anos. 
O roteirista Seth MacFarlane é também criador das séries animadas “Uma Família da Pesada” (Family Guy), “American Dad!” e “The Cleveland Show”, todas comédias de humor ácido e muitas vezes polêmico, até mesmo para os adultos.



Veja o Trailer:



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5 costumes que podem fazer mal à nossa saúde

Existem alguns hábitos bem comuns que a maioria de nós incorporou ao cotidiano com o objetivo de nos mantermos mais saudáveis. Entretanto, de acordo com o site mother nature network, alguns desses costumes podem, na verdade, acabar nos fazendo mais mal do que bem. Confira:

Higienizar as mãos constantemente

(Fonte da imagem: Thinkstock)
Não que higienizar as mãos com álcool gel ou produtos similares seja algo ruim. O problema começa quando fazemos isso de maneira compulsiva. Segundo a publicação, a não ser que você trabalhe em um ambiente propício à proliferação de germes — como os hospitais, por exemplo —, lavar as mãos com água e sabão frequentemente é mais do que suficiente para mantê-las limpinhas.
Além disso, alguns higienizadores contêm triclosan, que pode tornar vírus e bactérias resistentes aos antibióticos. Assim, quando for comprar um germicida para as mãos, leia as informações presentes na embalagem com cuidado e escolha produtos à base de álcool. Uma formulação com 60% dessa substância é capaz de matar 99% das bactérias das mãos.

Viver de chinelo

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia)
Quem diria que esses confortáveis e extremamente populares calçados poderiam fazer mal? O problema com a maioria dos chinelos de dedo é que eles não oferecem nenhum tipo de suporte aos pés, podendo causar uma série de problemas, como tendinites e lesões nos ossos. Além disso, eles não oferecem muita proteção contra agentes patogênicos que podem provocar doenças de pele.

“Salvar” calorias para mais tarde

(Fonte da imagem: Thinkstock)
Sabe quando você deixa de almoçar porque vai sair para jantar à noite ou porque tem uma festa para ir mais tarde? Aquela velha história de salvar as calorias de agora para depois, de acordo com alguns especialistas, pode ter consequências bem negativas sobre a sua dieta.
Deixar de fazer refeições como o café da manhã ou almoço, além de deixar você mais irritado, também pode fazer com que você acabe enchendo mais o prato quando chegar àquele jantar ou festinha. Assim, o melhor conselho é fazer pequenos lanchinhos ricos em proteínas e nutrientes durante o dia para não exagerar na comida mais tarde.

Beber apenas água mineral

(Fonte da imagem: Thinkstock)
Nem todo mundo se sente confortável em beber água diretamente da torneira, afinal, vai saber o que pode estar diluído nela? Contudo, a água mineral — dessa que vem em garrafinhas — normalmente não contém flúor, e a deficiência desse elemento pode deixar os nossos dentes mais vulneráveis. Assim, quando possível, dê preferência à água simplesmente filtrada.

Abusar dos suplementos vitamínicos

(Fonte da imagem: Thinkstock)
Quanto mais vitaminas e minerais, melhor, não é mesmo? Na verdade, não! Segundo os especialistas, hoje em dia boa parte dos alimentos que consumimos já vem fortificada, portanto, é pouco provável que a maioria de nós sofra de alguma deficiência vitamínica. Assim, caso a nossa dieta consiga suprir todas as necessidades nutricionais do organismo, os suplementos simplesmente não terão nenhum efeito.
Aliás, abusar desses medicamentos pode fazer bastante mal, já que algumas vitaminas em excesso podem ter efeitos prejudiciais. Esse é o caso da vitamina B6, por exemplo, que pode causar problemas neurológicos, e da vitamina C, que pode provocar problemas gastrointestinais e a formação de cálculos renais. Assim, em vez de se entupir com suplementos por conta própria, consulte um especialista e procure seguir uma dieta saudável.

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