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Líder do grupo hacker 'LulzSec' é preso na Austrália

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Grupo é ramificação da famosa organização hacker Anonymous.
Homem, não identificado e de 24 anos, apelidado nas redes de 'AusShock'.A polícia da Austrália anunciou nesta quarta-feira (24) que deteve em Sydney o suposto líder de um grupo fundado a partir do coletivo de hackers Lulz Security (LulzSec).Terça à noite, a AFP (sigla em inglês da Polícia Federal Australiana) deteve e levantou acusações contra o autoproclamado líder australiano do conhecido coletivo internacional conhecido como LulzSec", disse em entrevista coletiva o comandante Glen McEwen.O homem, não identificado e de 24 anos, apelidado nas redes de "AusShock", foi detido ontem em seu escritório em Sydney, após ter atacado neste mês o site de uma agência governamental, segundo a agência local "AAP".
É o primeiro membro detido e acusado na Austrália deste grupo, que é uma ramificação da famosa organização hacker Anonymous.
"AusShock" contou aos agentes que dirigia um grupo derivado do LulzSec que encerrou suas atividades em junho de 2011.
Em uma mensagem no Twitter, o grupo Anonymous Australia minimizou a detenção e a importância de "AusShock", que está sendo acusado pela Polícia de delitos ligados a pirataria digital por ter atacado e cometido atos de vandalismo contra um site do Governo no início do mês.
O acusado, que deverá apresentar-se a um tribunal australiano em 15 de maio, ocupava uma posição de confiança dentro da filial de uma empresa internacional que tinha acesso a informações confidenciais de clientes, entre eles várias agências governamentais.
Se for declarado culpado, "AusShock" poderá ser condenado a até 12 anos de prisão, segundo a emissora local 'ABC'.
No início de 2011, a LulzSec empreendeu uma campanha de 50 dias na qual atacou os sistemas do FBI, da Polícia do Arizona (EUA) e dos Governos de vários países do mundo.
O grupo também obteve e divulgou materiais confidenciais da rede de televisão 'Fox', da companhia telefônica AT&T e das fabricantes de equipamentos eletrônicos Sony e Nintendo, entre outros.

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WikiLeaks vaza 1,7 Mi de documentos diplomáticos dos EUA

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WikiLeaks vaza mais de 1,7 milhão de documentos diplomáticos americanos que datam dos anos 1970 e foram oficialmente liberados ao público, mas que continuam sendo de difícil acesso para o público, segundo seu fundador Julian Assange em uma mensagem de vídeo divulgada nesta segunda-feira.Os novos documentos publicados, que abarcam o período entre 1973 e 1976, incluem cartas enviadas e recebidas pelo secretário de Estado americano da época, Henry Kissinger. Podem ser consultados no endereço wikileaks.org/plusd/.Essas mensagens haviam sido oficialmente liberadas ao público pelo governo americano, indicou a jornalistas em Washington o polêmico fundador do site, Julian Assange, por meio de um vídeo divulgado ao vivo da embaixada do Equador em Londres, onde se refugiou para evitar sua extradição para a Suécia em um caso de suposto estupro.
No entanto, esses dados só podiam ser acessados até agora por meio dos arquivos nacionais americanos e em um formato que não permite realizar buscas de palavras contidas nos documentos.
“Os telegramas estavam ocultos em uma fronteira entre o secreto e a complexidade”, disse Julian Assange, considerando que os arquivos podem voltar a ser classificados como confidenciais e bloqueados.
No período coberto, Henry Kissinger era secretário de Estado americano, e muitos dos relatórios foram escritos por ele – ou enviados a ele. Segundo o site, os registros incluem “revelações significativas sobre o envolvimento dos EUA com ditaduras fascistas, particularmente na América Latina, sob a Espanha de Franco (incluindo a família real espanhola) e na Grécia, sob o regime dos coronéis”. Milhares de documentos estão marcados com as observações “NODIS”, que significa que não devem ser distribuídos (“no distribution”), ou “Eyes Only”, que não devem ser copiados. Também há muitos telegramas marcados como secretos ou confidenciais.
Assange disse que o WikiLeaks desenvolveu sistemas técnicos sofisticados para lidar com materiais volumosos e complexos como estes. Entre 2010 e 2011, o site já havia divulgado mais de 250 mil telegramas diplomáticos dos EUA. O conteúdo publicado esta semana, no entanto, tem cinco vezes o tamanho daquele que ficou conhecido como “Cablegate”.
Assange está refugiado na embaixada equatoriana em Londres desde junho do ano passado, depois de perder as apelações para não ser extraditado para a Suécia, onde seria levado para interrogatório por conta de duas acusações de estupro. O ativista refuta as acusações, e seus seguidores alegam que o processo sueco não passa de uma manobra para colocá-lo em risco de extradição para os EUA, onde poderia ser julgado por espionagem pela divulgação de documentos confidenciais vazados.

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