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Quem foi Charlie Brown Jr Chorão (cantor) pode ter biografia transformada em filme

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Alexandre Magno Abrão (São Paulo, 9 de abril de 1970 — São Paulo, 6 de março de 2013), mais
conhecido pelo seu nome artístico Chorão foi um cantor, compositor, cineasta, poeta, roteirista e empresário brasileiro. Foi o vocalista, principal letrista e cofundador da banda santista Charlie

Brown Jr., em que a formou em 1992 junto com Renato Pelado, Marcão, Champignon e Thiago Castanho, foi o único integrante da banda a participar de todas formações, junto com o Charlie Brown lançou dez discos e já venderam mais de cinco milhões de discos.2 3 4 5 O apelido de Chorão veio quando ele estava vendo os amigos andando de skate, e um deles passou por ele e, para zombar dele, dizia "não chora!", já que Chorão ainda não sabia andar. E nisso o apelido pegou. Teve uma infância e adolescência difíceis,6 a sua mãe era doméstica, fazia pastel, cozinhava pra fora pra ele ir entregar.7 Chorão vivia na rua, ia mal na escola, parou de estudar na sétima série, e frequentemente tinha problemas com a polícia. Com 21 anos, foi convidado a integrar uma banda com Champignon chamada What's Up, acabou não dando certo ai montou o Charlie Brown Jr.8 9 Em 2007, Chorão roteirizou e dirigiu o filme O Magnata. Em 2009 lançou sua marca de roupas a DO.CE. Foi encontrado morto em seu apartamento, em 6 de março de 2013, em São Paulo/SP, vítima de uma overdose de cocaína.10 Era primo da apresentadora de televisão Sônia Abrão 11
Chorão em 2008
Informação geral
Nome completo Alexandre Magno Abrão
Também conhecido(a) como Chorão
Nascimento 9 de abril de 1970
Local de nascimento São Paulo, SP
 Brasil
Data de morte 6 de março de 2013 (42 anos)
Local de morte São Paulo, SP
Gênero(s) Skate punk, rap rock, ska, rock alternativo, reggae, rap metal
Instrumento(s) Vocal, guitarra
Período em atividade 19882013
Outras ocupações Empresário, roteirista
Gravadora(s) Virgin, EMI, Sony Music
Afiliação(ões) What's Up,1 Charlie Brown Jr., Racionais MC's

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Filme coloca Jesus como matador de zumbis e pede sua colaboração

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Vem da Espanha o novo filme sobre zumbis, desta vez com um herói inusitado: Jesus. Os diretores David Muñoz e Adrían Cardona disponibilizaram no YouTube e no Facebook um curta que, dependendo do resultado da audiência - e da polêmica religiosa embutida - pode se transformar num longa que seguirá os passos da irreverência iconoclasta da turma do Monty Python, que em 1979 lançou A vida de Brian, hoje considerado um clássico. O cartaz do filminho espanhol até brinca com a influência do humor britânico, copiando o design criado por Terry Gilliam. A produtora deles atende pelo sugestivo nome de Eskoria Films.O curta espanhol de 14 minutos é declaradamente trash e aí está toda a graça. The fist of Jesus parte da premissa de que o primeiro zumbi da história teria sido Lázaro, resultado de uma tentativa de ressurreição que deu errado. Ao lado de Judas, seu fiel escudeiro, Jesus testemunha Lázaro atacar familiares e até soldados romanos. Todos se transformam em mortos-vivos. Jesus e Judas tentam escapar, mas se veem cercados. Até caubóis zumbis aparecem para o ataque final.

Peixe é arma secreta de Jesus para destruir os zumbis. Foto:YouTube/ Reprodução da internet.
Mas Jesus tem sua arma secreta. Munido de um peixe (um, não, dois, três…) ele vai destruindo os zumbis de várias formas. A maquiagem e os efeitos grotescos justificam o que os diretores chamam de “violência de proporções bíblicas”. Ao portal espanhol noudiari.es, um dos diretores, Adrían Cardona, disse que o filme surgiu a partir do roteiro criado pelo parceiro David Muñoz. “No início, achávamos que ele seria irrealizável, já que tínhamos que pensar em personagens de época”.

O investimento total de 1,7 mil euros resultou na construção de 15 torsos humanos, alguns metros de vísceras e muitos litros de sangue falso. “Nós também reciclamos material de outros filmes anteriores, como pernas e braços”, revelou Cardona, também responsável pelos “efeitos especiais”.

A meta dos espanhóis - além do risco de serem excomungados - é obter mais euros para fazer o longa-metragem que já tem até título: Once upon a time in Jerusalem, uma “homenagem” a Sergio Leone.

Os diretores enviaram cópias do filme a 220 festivais de cinema e iniciaram pela internet uma campanha de crowdfunding, para que a obra possa ser financiada através de doações. Lançado no YouTube no dia 11 deste mês, o curta já apresentava mais de 115 mil visualizações até o fim de semana. Mais do que ninguém, os iconoclastas da Eskoria Films esperam pelo fenômeno da multiplicação de fãs.

Outros filmes iconoclastas

A vida de Brian
A história de um jovem nascido na Judeia no dia de Natal, no estábulo ao lado de Jesus, passando toda a sua vida a ser confundido pelo Messias é, para muitos, o melhor filme do Monty Python. O nonsense da reinterpreação de cenas bíblicas na verdade só amplifica uma crítica ao poder e à opressão, através da relação entre judeus e romanos tendo como pano de fundo a religião. Dirigido por Terry Jones, com o próprio e mais  Graham Chapman, John Cleese, Michael Palin, Eric Idle, Terry Gilliam, Spike Milligan, Sue Jones-Davies e Ken Colley em vários papéis diferentes. Imperdível.

Dogma
Este fime de 1999, escrito e dirigido por Kevin Smith, reuniu grandes estrelas de Hollywood em início de carreira - Salma Hayek, Ben Affleck, Matt Damon - e foi alvo de protestos em vários países. O filme conta a história de dois anjos, Bartleby (Ben Affleck) e Loki (Matt Damon), que foram expulsos do paraíso e querem retornar a qualquer custo. A abordagem de temas cristãos e a caracterização da cantora canadense Alanis Morrissette como Deus renderam a Smith até ameaças de morte. Em 2011 ele produziu o documentário Judge not: In defense of dogma. Curioso.

Jesus caçador de vampiros
Jesus volta à Terra para acabar com uma gangue de vampiros que ataca pobres e indefesas lésbicas. Com visual descolado, a bordo de um skate, ele procura o líder das criaturas do mal para salvar a humanidade. Ao longo de sua jornada, conta com a ajuda de sacerdotes punks e um lutador mexicano. Esta comédia canadense é de 2001, dirigida por Lee Demarbre. Enquanto os censores do Vaticano se preocupavam com detalhes de filmes de Martin Scorsese e Mel Gibson, deixaram escapar este. Trash puro.



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