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5 costumes que podem fazer mal à nossa saúde

Existem alguns hábitos bem comuns que a maioria de nós incorporou ao cotidiano com o objetivo de nos mantermos mais saudáveis. Entretanto, de acordo com o site mother nature network, alguns desses costumes podem, na verdade, acabar nos fazendo mais mal do que bem. Confira:

Higienizar as mãos constantemente

(Fonte da imagem: Thinkstock)
Não que higienizar as mãos com álcool gel ou produtos similares seja algo ruim. O problema começa quando fazemos isso de maneira compulsiva. Segundo a publicação, a não ser que você trabalhe em um ambiente propício à proliferação de germes — como os hospitais, por exemplo —, lavar as mãos com água e sabão frequentemente é mais do que suficiente para mantê-las limpinhas.
Além disso, alguns higienizadores contêm triclosan, que pode tornar vírus e bactérias resistentes aos antibióticos. Assim, quando for comprar um germicida para as mãos, leia as informações presentes na embalagem com cuidado e escolha produtos à base de álcool. Uma formulação com 60% dessa substância é capaz de matar 99% das bactérias das mãos.

Viver de chinelo

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia)
Quem diria que esses confortáveis e extremamente populares calçados poderiam fazer mal? O problema com a maioria dos chinelos de dedo é que eles não oferecem nenhum tipo de suporte aos pés, podendo causar uma série de problemas, como tendinites e lesões nos ossos. Além disso, eles não oferecem muita proteção contra agentes patogênicos que podem provocar doenças de pele.

“Salvar” calorias para mais tarde

(Fonte da imagem: Thinkstock)
Sabe quando você deixa de almoçar porque vai sair para jantar à noite ou porque tem uma festa para ir mais tarde? Aquela velha história de salvar as calorias de agora para depois, de acordo com alguns especialistas, pode ter consequências bem negativas sobre a sua dieta.
Deixar de fazer refeições como o café da manhã ou almoço, além de deixar você mais irritado, também pode fazer com que você acabe enchendo mais o prato quando chegar àquele jantar ou festinha. Assim, o melhor conselho é fazer pequenos lanchinhos ricos em proteínas e nutrientes durante o dia para não exagerar na comida mais tarde.

Beber apenas água mineral

(Fonte da imagem: Thinkstock)
Nem todo mundo se sente confortável em beber água diretamente da torneira, afinal, vai saber o que pode estar diluído nela? Contudo, a água mineral — dessa que vem em garrafinhas — normalmente não contém flúor, e a deficiência desse elemento pode deixar os nossos dentes mais vulneráveis. Assim, quando possível, dê preferência à água simplesmente filtrada.

Abusar dos suplementos vitamínicos

(Fonte da imagem: Thinkstock)
Quanto mais vitaminas e minerais, melhor, não é mesmo? Na verdade, não! Segundo os especialistas, hoje em dia boa parte dos alimentos que consumimos já vem fortificada, portanto, é pouco provável que a maioria de nós sofra de alguma deficiência vitamínica. Assim, caso a nossa dieta consiga suprir todas as necessidades nutricionais do organismo, os suplementos simplesmente não terão nenhum efeito.
Aliás, abusar desses medicamentos pode fazer bastante mal, já que algumas vitaminas em excesso podem ter efeitos prejudiciais. Esse é o caso da vitamina B6, por exemplo, que pode causar problemas neurológicos, e da vitamina C, que pode provocar problemas gastrointestinais e a formação de cálculos renais. Assim, em vez de se entupir com suplementos por conta própria, consulte um especialista e procure seguir uma dieta saudável.

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25 Curiosidades Sobre a arte de tatuar

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As tatuagens são uma das grandes tendências do século XXI, quer como forma de expressão pessoal, quer como obra de arte ou acessório de moda. Embora ainda mantenha uma certa aura de tabu, a popularidade das tatuagens parece querer ultrapassar todos esses preconceitos à velocidade da luz. Sabia que…
Na língua inglesa, a palavra “tattoo” é uma das palavras que mais vezes se escreve de forma errada, sendo confundida com “tatoo” ou “tatto”.
Existem cerca de 100 cores diferentes no que toca à tinta para tatuagem.
O equipamento de tatuagem foi concebido com base no design da campainha de porta moderna.
Apenas 16% das pessoas com tatuagens arrependem-se de as terem feito e os top 3 motivos para esse arrependimento são: “era demasiado novo quando o fez”, “é demasiado permanente, sinto-me marcado para a vida”, “já não gosto da tatuagem”.
Remover uma tatuagem pode custar até três vezes mais o preço da tatuagem em si.
As mulheres são quem mais recorre à remoção de tatuagens.
20% das mulheres tatuadas têm uma tatuagem na zona lombar.
Os Taitianos acreditavam que tatuar o corpo era uma forma de conter o seu poder sagrado.
Lady Randolph Churchill, a mãe de Winston Churchill, tinha uma cobra tatuada no pulso – no final do século XIX e início do século XX as tatuagens eram muito populares junto dos aristocratas (homens e mulheres), que na altura eram os únicos que podiam suportar os elevados custos de fazer uma tatuagem.
O homem mais tatuado do mundo (detém o recorde Guinness desde 2006) chama-se Lucky Diamond Rich. Natural da Nova Zelândia, vive na Austrália e tem o corpo completamente coberto por tatuagens, incluindo as pálpebras, a zona entre os dedos dos pés, dentro das orelhas e até as gengivas. Centenas de tatuadores já trabalharam no seu corpo, durante mais de mil horas.
Em tempos de guerra, as tatuagens eram muitas vezes utilizadas para transmitir mensagens secretas.
Diz-se que, antigamente, utilizava-se urina para conseguir uma mistura mais homogénea das tintas de tatuagem.
Quem vive no Ocidente tem 20% mais probabilidade de ter uma tatuagem do que quem vive no Oriente.
Os democratas têm mais probabilidade de fazer uma tatuagem do que os republicanos.
76% das pessoas que querem uma tatuagem não a fazem porque não conseguem encontrar o desenho ideal; 10% afirma que não consegue encontrar um tatuador de confiança ou não tem dinheiro para fazer uma tatuagem.
Cerca de 32% das pessoas prefere tatuagens monocromáticas em vez de coloridas.
Em 1936, a prestigiada revista LIFE publicou que 10 milhões de americanos tinham, pelo menos, uma tatuagem.
O número de mulheres tatuadas quadruplicou entre 1960 e 1980.
Em 1991 foi descoberto, em Schnalstal na Itália, o corpo congelado de um homem com mais de 5 mil anos, que tinha 57 tatuagens.
Um estudo de 2002 concluiu que 1 em cada 8 pessoas tinha, pelo menos, uma tatuagem.
Em 2003, um estudo da Harris Interactive revelou que 16% dos adultos tinha, pelo menos, uma tatuagem; 31% das pessoas tatuadas são homossexual, lésbica ou bissexual; 34% das pessoas tatuadas sentem-se mais sexy devido aos seus tattoos; 29% das pessoas tatuadas sentem-se mais rebeldes devido às suas tatuagens.
Um estudo da Pew Research Center revelou que, em 2005, 45 milhões de americanos tinham, pelo menos, uma tatuagem; 36% das pessoas com idades entre os 18 e os 35 anos tinha, pelo menos, uma tatuagem.
Nesse mesmo ano (2005), o American Academy of Dermatology concluiu que 24% da população americana tinha, pelo menos, uma tatuagem; 17% dessas pessoas já tinha contemplado remover essa tatuagem e 5% já tinham tapado essa tatuagem com outra.
Estima-se que, em 2006, 36% da população com idades compreendidas entre os 18 e os 29 anos tinha, pelo menos, uma tatuagem.
Em 2009, estima-se que 1 em cada 3 americanos tem, pelo menos, uma tatuagem.

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