Tatuagem para monitorar saúde de soldados está sendo desenvolvida

De cultura tribal a arte urbana, a tatuagem cresceu e se desenvolveu ao longo da História chegando a um ponto especial de sua trajetória na pele das pessoas: Está se tornando uma ferramenta de saúde. Claro que  tatuagem em benefício da saúde é bem diferente da que conhecemos, normalmente é compreendida como chips e circuitos eletrônicos minúsculos que são inseridos sob a pele como a tinta da tatuagem, mas mesmo assim esta tecnologia, chamada de tatuagem eletrônica, está se tornando algo aplicável até mesmo no exército americano.Um projeto desenvolvido pelo Pentágono, órgão de defesa do governo americano, e pela Universidade de Wiscosin propõe criar um dispositivo que pode ser aplicado na pele humana que permitirá registrar o estado emocional e os sinais vitais de soldados.O projeto, chamado de EES (Epidermal Eletronic System), prevê o desenvolvimento de circuitos tão finos quanto um fio de cabelo que, uma vez entrelaçados, podem ser aplicados na pele humana como se fossem uma tatuagem. Na prática, estes circuitos serão responsáveis por emitir sinais elétricos na pele do soltado e captar a resposta a eles. A reação do organismo a estes estímulos pode demonstrar, por exemplo, se o soldado está desidratado, com fome, com excesso de cansaço muscular e medir seu nível de stress. De acordo com Zhenqiang Ma, pesquisador da Universidade de Wiscosin, estes sinais podem permitir ao comando de uma operação militar sabem com exatidão e em tempo real as condições físicas e psicológicas de sua tropa de forma individualizada.


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